Criação de Galinha Caipira

Criação de Galinha Caipira

Sítios e fazendas podem desenvolver pequenas criações a campo ou semi-confinadas, com algumas normas técnicas.
A introdução de boas raças de galinhas, utilização de galinheiros simples, piquetes bem cuidados de capim e cuidados sanitários favorecem a produção proporcionando lazer e economia.

O alto valor nutritivo do ovo contribui para enriquecimento da alimentação familiar, fornecendo 12,8 g de proteínas, 11,5 g de gordura, 54 mg de cálcio, 210 mg de fósforo, outros minerais e vitaminas.

MODELO DE GALINHEIRO SIMPLIFICADO
O galinheiro apresentado pode ser feito com restos de material de construção, é móvel e prático.
Nas medidas propostas abriga cerca de 30 cabeças. O esterco fica isolado embaixo do ripado impedindo contaminação e facilitando sua obtenção para adubações. A frente do galinheiro deve ser voltada para o norte. Os piquetes de capim Kikuyo suportam uma galinha em cada cinco metros quadrados fazendo-se rodízio de pastejo.

OBSERVAÇÕES ÚTEIS PARA MANEJO
As raças rústicas são para criação semi-intensiva destacando-se galinhas PLYMOUTH ROCK BARRADA (carijó) e New-Hamspshire (vermelhas). As galinhas destas raças não entram em “choco”, são boas produtoras de ovos e seus frangos crescem bem.

A utilização de restos de legumes, verduras e cereais reduzem o gasto de ração balanceada. Criações em piquetes devem receber vermífugos pelo menos duas vezes por ano. Vacina contra Bouba Aviária (Pipoca ou caroço) deve ser feita por escarificação na coxa em torno de 21 dias de idade.

Vacina contra Doença de New-Castle (paralisia do pescoço) deve ser aplicada nos primeiros dez dias de idade, diluindo-se conforme bula e aplicando uma gota no olho. Fazer revacinações aos 60 e 120 dias de idade. Procurar sempre informações sobre outros cuidados sanitários com técnicos de órgãos e instituições de assistência técnica de sua região.

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